A Águia e a Coruja | IAVB - Igreja Apostólica Vale da Bênção

A Águia e a Coruja

A ÁGUIA E A CORUJA

 

Queridos discípulos de um novo tempo, fomos chamados para abençoar e precisamos entender e respeitar as “Diferenças”, e nessa reflexão vamos falar sobre esse assunto:

Fábula de Monteiro Lobato

Basta de guerra — disse a coruja.

O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

Perfeitamente — respondeu a águia.

Também eu não quero outra coisa.

Nesse caso combinemos isso: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?

Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.

Está feito! — concluiu a águia.

Dias depois, andando a caça, a águia encontrou um ninho com dois monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.

Horríveis bichos! — disse ela. Vê-se logo que não são os filhos da coruja.

E comeu-os.

Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.

Quê? — disse esta admirada.

Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste… 

Moral da história: Quem ama o feio, bonito lhe parece.

Título original desta fábula de Monteiro Lobato: A coruja e a águia

 

A Bíblia diz: “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. (Gálatas 5:14).

Portanto, sejamos abençoadores de vidas.

Um abraço fraterno,

 

Ap. Milton Rocha Paes